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Ficha da Operação AAC PESSOAS-2024-20

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DIVULGAÇÃO
Património Islâmico em Portugal e Cidadania: Práticas Educativas através de uma Exposição
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Esta formação em modalidade de online pretende capacitar os docentes para promoverem uma escola humanista, assente no pensamento crítico, no trabalho colaborativo e no respeito pelo diálogo intercultural. Através da valorização do legado islâmico na cultura portuguesa, fomentam-se abordagens educativas ...
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Ref. 2771/A Inscrições abertas até 21 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138025/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 22 de Setembro de 2026
Fim: 19 de Janeiro de 2027
Regime: e-learning
Local: E-learning
Formador
Inês Pereira de Almeida de Bettencourt da Câmara
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação “Os Templários”
Enquadramento
Esta formação em modalidade de online pretende capacitar os docentes para promoverem uma escola humanista, assente no pensamento crítico, no trabalho colaborativo e no respeito pelo diálogo intercultural. Através da valorização do legado islâmico na cultura portuguesa, fomentam-se abordagens educativas interdisciplinares, para uma compreensão mais ampla e inclusiva da nossa história comum. Propõe-se aos formandos a montagem de uma exposição e a sua dinamização com os alunos, criando recursos pedagógicos inovadores, úteis para a componente de Cidadania e Desenvolvimento e outras áreas. Esta formação estimula a interculturalidade e o combate à discriminação, em prol de uma cultura educativa democrática, articulando escola e comunidade.
Objetivos
1. Sensibilizar os docentes para a importância do património islâmico português no contexto de uma escola humanista e intercultural. 2. Capacitar os docentes para utilizar uma exposição em formato de posters como ferramenta pedagógica interdisciplinar. 3. Fomentar práticas educativas baseadas em pensamento crítico, criatividade, colaboração e valorização da diversidade. 4. Promover a integração do património e da história islâmica nos projetos curriculares e nas práticas educativas. 5. Incentivar a produção de recursos educativos inovadores com base na exposição.
Conteúdos
1. Apresentação: Objetivos e contextualização do curso; jogo em pequenos grupos para apresentação de cada participante (1 hora síncrona). 2. O Legado Islâmico na Cultura Portuguesa: memória, diversidade e identidade (1 hora síncrona). 3. Apresentação do conceito de exposição em formato de posters: integração deste recurso pedagógico em projetos escolares e atividades interdisciplinares, bem como identificação de oportunidades curriculares em diferentes áreas disciplinares (2 horas síncronas). 4. Organização e dinamização da exposição através da criação de uma atividade e/ou recurso educativo complementar - transversal e/ou por disciplina:(17 horas assíncronas). 4.1. Planificação e implementação, com os alunos, de uma atividade ou recurso educativo baseado na exposição; 4.2. Recolha de evidências da experiência: fotografias, vídeos e/ou testemunhos. 5. Apresentação e partilha das experiências dos formandos: Discussão crítica dos resultados, dificuldades, aprendizagens. Reflexão coletiva sobre os impactos da exposição. Síntese de boas práticas emergentes (4 horas síncronas).
Metodologias
O modelo de formação é totalmente em regime de e-learning, combinando sessões síncronas com sessões assíncronas. A formação tem início com uma sessão síncrona que integra uma exposição teórica sobre o património islâmico em Portugal e uma reflexão sobre a sua relevância na construção de abordagens educativas interdisciplinares. Numa primeira fase, são também exploradas formas de utilizar uma exposição em formato de posters como recurso pedagógico transversal, articulado com os objetivos da Educação para a Cidadania e outras áreas disciplinares. Segue-se uma fase de trabalho prático assíncrono, durante a qual cada formando planifica e implementa, com os seus alunos, uma atividade educativa que inclua a montagem da exposição e um momento de dinamização comunitária. A formação encerra de forma síncrona, para partilha e discussão dos resultados, promovendo uma análise crítica das metodologias aplicadas e dos processos de aprendizagem desenvolvidos.
Avaliação
Cada formando deverá participar nas sessões calendarizadas, cumprindo o número de horas previstas na acreditação. O regime de avaliação pretende privilegiar a capacidade reflexiva dos formandos espelhada, quer nos relatórios de reflexão crítica que cada formando realiza após a ação, quer na intervenção oral e prática exploratória proposta em cada sessão. Os critérios de avaliação e respetiva ponderação são os seguintes: 1. Participação (50%) grau de envolvimento e participação na ação: participação nas discussões e reflexões propostas; realização dos exercícios práticos de cada sessão. 2. Trabalho produzido (50%) relatório de reflexão crítica sobre os conteúdos abordados, ligando-os às práticas desenvolvidas neste domínio e aos contextos de trabalho. A avaliação quantitativa será de 1 a 10 com a seguinte formulação: 1 a 4,9 Insuficiente; 5 a 6,4 Regular; 6 6,5 a 7,9 Bom 8 a 8,9 Muito Bom 9 a 10 - Excelente.
Modelo
Relatório crítico
Bibliografia
Coelho, A. B. (2008). Portugal na Espanha Árabe. Alfragide: Caminho.Hooper-Greenhill, E. (2007). Museums and Education: Purpose, Pedagogy, Performance. Oxford e Nova Iorque: Routledge.Leite, P. P. (2020). Educação Popular Patrimonial. Em Introdução à sociomuseologia. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas.Semedo, A. e Pinto, H. (edit.) (2022). Educação Patrimonial em Ação. Lisboa: Caleidoscópio.Torres, C. e Macias, S. (1998). Portugal Islâmico. Os últimos sinais do Mediterrâneo. Lisboa: Museu Nacional de Arqueologia
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 05-01-2027 (Terça-feira) | 16:00 - 21:00 | 5:00 | Online assíncrona |
| 10 | 12-01-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 11 | 19-01-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Interculturalidade por caminhos artísticos
Oficina
50,0 horas
Presencial
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;
No atual contexto de deslocamentos humanos através do globo, pelos mais variados motivos, tais como as desigualdades sociais, as guerras, as perseguições políticas, ideológicas ou religiosas e as alterações climáticas, a multiculturalidade tem-se apresentado como realidade na sociedade portuguesa e exige, ...
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Ref. 26616/1 Inscrições abertas até 29 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141064/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 30 de Setembro de 2026
Fim: 30 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Tomar
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação “Os Templários”
Enquadramento
No atual contexto de deslocamentos humanos através do globo, pelos mais variados motivos, tais como as desigualdades sociais, as guerras, as perseguições políticas, ideológicas ou religiosas e as alterações climáticas, a multiculturalidade tem-se apresentado como realidade na sociedade portuguesa e exige, de todos os intervenientes do sistema educativo, formações consistentes para a lidar com a interculturalidade. Esta formação propõe, através de desafios individuais, em jogos, exercícios corporais e vocais, arranjos em duplas ou trios, ou ainda dinâmicas em pequenos grupos, a experimentação prática-artística e teórica em torno de conceitos como identidade, competências interculturais, empatia, conflitos e mediações. Para combater o racismo, a xenofobia ou a misoginia, fatores desagregadores da sociedade, e valorizar os direitos humanos, as artes podem representar meios de reflexão, aprendizagem e encontro na diversidade. A expressão dramática, o teatro e as artes, em geral, podem constituir-se em ferramentas poderosas para que as professoras e os professores possam lidar com a alteridade cultural de maneira criativa. Propiciam também a que toda a comunidade escolar se desenvolva no sentido do fortalecimento de diferentes modos de comunicar, exercitando relações afetivas e empáticas. No conhecimento de outras identidades e culturas, busca-se combater o olhar preconceituoso, estereotipado ou etnocêntrico para todas e todos que, neste momento, dividem o mesmo espaço ou território.
Objetivos
A oficina propõe-se a atingir os seguintes objetivos: - Conceituar a multiculturalidade e a interculturalidade como fatores positivos; - Apresentar jogos dramáticos e técnicas teatrais para a comunicação intercultural; - Desenvolver diferentes pontos de vista e capacidades de argumentação diante de um desafio ou problema; - Valorizar a multiplicidade de culturas enquanto diversidade de formas de humanidade; - Definir a identidade enquanto conceito dinâmico ao longo da vida dos sujeitos; - Refletir sobre culturas hegemónicas e minoritárias; - Criar cenas, situações e trabalhos de artes performativas que expressem o convívio e as trocas interculturais; - Experimentar estratégias artísticas para a comunicação, a interação e a mediação intercultural.
Conteúdos
1. Identidade e Alteridade – 6 horas -Quem sou eu? Jogo metafórico Se eu fosse… (um animal, uma paisagem, uma comida, uma cor); -A história do meu nome – Narrativa pessoal explicitando origens do nome, apelidos e locais de onde vieram os ascendentes; -Jogo dramático para identificação de semelhanças e diferenças, no grupo de participantes: cor dos olhos, cabelos, pele, altura etc.; -Jogo das partes que compõem a identidade: origens, nacionalidades, profissões, papéis familiares, escolaridade, género etc.; -Máscaras na vida e no teatro – objeto, técnica e jogo. 2. Corpo e voz – Ferramentas de comunicação e expressão – 6 horas -O corpo fala – comunicação gestual e mímica – jogos e reflexões; -Parâmetros do som aplicados ao uso da voz (altura, timbre, intensidade e duração) – experimentação prática e conceituações; -Eixo corporal, articulações e meditação ativa – exercícios de propriocepção e experimentações físicas; -Vestimentas tradicionais, maquiagens corporais e figurinos. 3. Obras literárias, visuais, performativas e musicais e a Interculturalidade – 6 horas -Músicas e ritmos de diferentes partes do mundo para dançar; -Análise de letras de canções que tratem da interculturalidade; -Apreciação de obras visuais, literárias e performativas que abordem diferentes culturas: conflitos, encontros, migrações etc.; -Criações performativas, em pequenos grupos, a partir das obras artísticas apreciadas. 4. Competências interculturais, conflitos e mediações – 7 horas -Dramatização de situações divulgadas pela comunicação social; -Jogo de improviso e argumentação a partir de determinados temas ou situações; -Partilha de projetos interculturais em desenvolvimento, em Portugal; -Análise de situações e conflitos experienciados em contextos escolares; -Criação de projetos interculturais com a comunidade educativa.
Metodologias
A formação será dinamizada através da apreciação de vídeos, fotografias, charges ou letras de músicas; leituras de textos teóricos e literários; experimentação de jogos e exercícios que permitam a reflexão sobre a identidade individual e coletiva, os conceitos de integração, exclusão e pertença, e ainda o assumir diferentes papeis e pontos de vista, numa determinada situação. A parte prática será alvo de considerações em grande grupo, aproximando o contexto pedagógico da formação às realidades dos formandos. Propõe-se que os formandos realizem uma experimentação dos jogos e exercícios trabalhados na formação com os seus alunos, levando à criação de cenas ou pequenos trabalhos performativos que reflitam o cenário da interculturalidade nas suas práticas pedagógicas. Prevê-se ainda a criação de projetos interculturais a serem desenvolvidos com a comunidade educativa. O relatório a apresentar, sobre o trabalho desenvolvido, poderá ser enriquecido com desenhos, pinturas, fotografias ou pequenas gravações, anexas ao texto reflexivo escrito.
Avaliação
A avaliação dos formandos terá em conta os seguintes parâmetros: • Participação: nas tarefas; pela intervenção; pela assiduidade e pontualidade – 30%; • Produção de trabalhos e/ou materiais e sua aplicação – 20%; • Reflexão critica/ memória final e relatório de implementação – 50% A classificação final terá em conta a legislação em vigor: • Excelente – de 9 a 10 valores; • Muito Bom – de 8 a 8,9 valores; • Bom – de 6,5 a 7,9 valores; • Regular – de 5 a 6,4 valores; • Insuficiente – de 1 a 4,9 valores.
Modelo
Relatório crítico.
Bibliografia
Anzaldúa, G. (2017). Como domesticar uma língua selvagem. In A. G. Macedo (Org.). Estudos comparatistas e cosmopolitismo: pós-colonialidade, tradução, arte e género (pp. 225-238). Universidade do Minho, CEHUM. http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/59751 Boal, A. (1998). Jogos para atores e não-atores. Civilização Brasileira e Boal, A. (2005). Teatro do oprimido e outras poéticas políticas. Civilização Brasileira. Ferreira, M. M. (2003). Educação intercultural. Universidade Aberta. Hall, S. (2000). Quem precisa da identidade? In T. T. Silva (Org.), Identidade e diferença. A perspectiva dos Estudos Culturais (pp. 103-133). Vozes. e Hall, S. (2003). Da diáspora: identidades e mediações culturais. L. R. Sovik (Org.), (A. L. G. Resende, Trad.) (pp. 9-94). UFMG/UNESCO. Ramos, N. (2013). Interculturalidade(s) e Mobilidade(s) no espaço europeu: viver e comunicar entre culturas. In H. Pina, F. Martins & C. Ferreira (Eds.). The Overarching Issues of the European Space (pp. 343-360). Faculdade de Letras da Universidade do Porto, http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/12349.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
PLANO NACIONAL DAS ARTES E DESCOLA: os professores como agentes culturais
ACD
3,0 horas
Presencial
Professores, mediadores culturais e outros interessados do setor educativo e do setor cultural
PLANO NACIONAL DAS ARTES E DESCOLA: os professores como agentes culturais
7 OUTUBRO 2026 | 17h00_20h00 | MUDE - Museu do Design
Que lugar têm, ou podem vir a ter, as artes e o património no quotidiano das comunidades educativas? E de que
forma professores e alunos participam na dinâmica das instituições culturais? Como integrar a cultura de modo
transversal no currículo, promover a colaboração entre artistas, alunos e docentes, e tornar as artes uma dimensão
viva e essencial na vida de cada um?
A partir da apresentação das propostas do PNA e do Programa DESCOLA, da Câmara
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Ref. 2761 Inscrições abertas até 6 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD1/26-27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 7 de Outubro de 2026
Fim: 7 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: MUDE - Museu do Design
Formador
Inês de Jesus Gaspar Cardoso Araújo
Destinatários
Professores, mediadores culturais e outros interessados do setor educativo e do setor cultural
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação “Os Templários” e Academia do Plano Nacional das Artes
Enquadramento
Esta ação justifica-se pela importância de aprofundar a reflexão sobre o papel das escolas enquanto organizações de participação e fruição cultural, bem como sobre o potencial das instituições culturais como contextos privilegiados de aprendizagem. Pretende-se criar oportunidades para que docentes, alunos, artistas e mediadores culturais estabeleçam relações de colaboração que favoreçam experiências educativas mais significativas, inclusivas e inovadoras. A apresentação das propostas do Plano Nacional das Artes e do Programa DESCOLA constitui uma oportunidade para conhecer estratégias, recursos e projetos que promovem a articulação entre educação e cultura, contribuindo para o fortalecimento de práticas pedagógicas interdisciplinares e para a valorização do património cultural enquanto recurso educativo. Ao incentivar a aproximação entre escolas e instituições culturais, esta ação procura contribuir para a construção de comunidades educativas mais participativas, criativas e culturalmente conscientes, reforçando o acesso à cultura como direito fundamental e promovendo o desenvolvimento de cidadãos críticos, sensíveis e interventivos na sociedade. "Que lugar têm, ou podem vir a ter, as artes e o património no quotidiano das comunidades educativas? E de que forma professores e alunos participam na dinâmica das instituições culturais? Como integrar a cultura de modo transversal no currículo, promover a colaboração entre artistas, alunos e docentes, e tornar as artes uma dimensão viva e essencial na vida de cada um?" A partir da apresentação das propostas do Plano Nacional das Artes e do Programa DESCOLA, da Câmara Municipal de Lisboa, propõe-se um espaço de reflexão em torno de uma subversão necessária: como afirmar as escolas como polos culturais e as instituições culturais como territórios educativos.
Objetivos
Promover a reflexão e a construção de estratégias que reforcem a integração das artes e da cultura nos contextos educativos, aproximando escolas e instituições culturais enquanto parceiros na formação integral dos alunos.
Conteúdos
PLANO NACIONAL DAS ARTES E DESCOLA: os professores como agentes culturais 7 OUTUBRO 2026 | 17h00_20h00 | MUDE - Museu do Design Que lugar têm, ou podem vir a ter, as artes e o património no quotidiano das comunidades educativas? E de que forma professores e alunos participam na dinâmica das instituições culturais? Como integrar a cultura de modo transversal no currículo, promover a colaboração entre artistas, alunos e docentes, e tornar as artes uma dimensão viva e essencial na vida de cada um? A partir da apresentação das propostas do Plano Nacional das Artes e do Programa DESCOLA, da Câmara Municipal de Lisboa, propõe-se um espaço de reflexão em torno de uma subversão necessária: como afirmar as escolas como polos culturais e as instituições culturais como territórios educativos. APRESENTAÇÃO – 17h00 às 18h00 Boas-vindas Bárbara Coutinho, Diretora do MUDE – Museu do Design Abertura institucional Diogo Moura, Vereador da Câmara Municipal de Lisboa Plano Nacional das Artes – Eixos Estratégicos | Plano Cultural de Escola Paulo Pires do Vale – Comissário | Sara Brighenti – Subcomissária DESCOLA – Rede de Parcerias | Organizações Culturais e Escolas Margarida Fragoso – Coordenadora | Inês Araújo – Investigadora ATIVIDADES EM FOCO – 18h00 às 19h30 LU.CA - Teatro Luís de Camões Voltar aonde somos felizes em boa companhia – temporada 2026/2027 No último ano e até final de janeiro de 2027, o LU.CA - único teatro público do país com um programa exclusivo para crianças e jovens- dedicou-se ao ciclo “Voltar aonde somos felizes”, voltando a apresentar espetáculos que marcaram a sua história e que mantêm plena atualidade, aumentando significativamente as suas carreiras, num gesto de sustentabilidade cultural. No início de 2027, inicia-se um novo ciclo: “Estar em boa companhia”, ou como é que gostamos uns dos outros? Através de espetáculos, oficinas, exposições e visitas mediadas, propõe uma reflexão sobre as relações saudáveis entre rapazes e raparigas, promovendo o diálogo e a troca de ideias, favorecendo o pensamento crítico e a construção de contextos mais equilibrados partindo de projetos artísticos e culturais que se esticam como as perguntas. Rosa Ramos (Relação com as Escolas e Acessibilidades) e Susana Menezes (Diretora Artística) Museu de Lisboa #TerapiaNãoÉFrescura! Vamos conversar sobre o estigma em torno do acompanhamento psicológico, especialmente entre adolescentes e jovens? A partir de uma história real, esta visita-debate convida alunos e educadores a mergulhar num diagnóstico de loucura: loucura ou incompreensão? O objetivo é refletir, de forma crítica, empática e informada, sobre os rótulos que, ao longo da história, foram (e ainda são) atribuídos às questões de saúde mental. E hoje? Ainda temos medo dos rótulos? Como lidamos com os nossos próprios desafios psicológicos? Por meio da arte e da observação de um retrato, os alunos são convidados a exercitar a empatia, a pensar de forma criativa e a imaginar novas formas de cuidado. Uma proposta para ousar, refletir e transformar. David Felismino (Diretor Adjunto) Museu Bordalo Pinheiro Programa Sério Que Nos Liberta do Sério - Estado Crítico: Projetos de Continuidade As relações de continuidade com os nossos públicos resultam em experiências enriquecedoras, com as quais é possível que os jovens se apropriem do Museu do ponto de vista crítico, contribuindo de forma participativa para pensar o museu. Neste projeto, os participantes serão desafiados, através da obra de Rafael Bordalo Pinheiro, a pensar criticamente sobre a sociedade, enquanto exercício de cidadania, com o objetivo de encontrarem um ponto de partida para a defesa de uma causa individual e coletiva. O objetivo é compreendermos as causas que urge defender ou reivindicar, enquanto indivíduos e sociedade, e dar-lhes voz, através de um projeto final que pode assumir a forma de jornais, desenhos, ciclo de debates, mesas-redondas, exposições ou outros suportes. Liliana Pina (Coordenadora Setor Educativo) Galeria de Arte Urbana (GAU) Programa educativo da Galeria de Arte Urbana (GAU) No âmbito do programa educativo da Galeria de Arte Urbana (GAU), desenvolvemos um trabalho de promoção de arte urbana, prevenção de atos vandálicos e fomento pelo respeito do património cultural. Destacamos o projeto “Incursões pela Arte”, desenvolvido em parceria com Departamento Educação, surge no âmbito da estratégia municipal dedicada ao graffiti e à arte urbana. Através da sensibilização para a salvaguarda do património cultural da cidade, procura prevenir atos de vandalismo, tendo como missão enriquecer a experiência e a responsabilidade de intervenção em espaço público. Com o intuito de desenvolver iniciativas que estimulem a criatividade, gerem reflexão aos participantes, pretende-se dissuadir intervenções vandálicas e promover uma maior interação com arte urbana. A metodologia deste projeto, assenta na sensibilização e enquadramento dos alunos na temática, visitas guiadas a obras de arte urbana em diversas zonas da cidade e em oficinas com alunos, professores e artista em sala de aula. No final produzimos um mural coletivo, no recinto escolar. Cláudia Silva (Coordenadora Setor Educativo) Padrão dos Descobrimentos Uma mulher no Padrão, um padrão para as mulheres No Padrão dos Descobrimentos existe apenas uma figura feminina. Quem é esta mulher e porque é representada neste monumento? Esta pergunta serve de ponto de partida para uma conversa-jogo sobre a condição das mulheres durante o Estado Novo, a conquista de direitos e os desafios do caminho para a igualdade. Ana Madeira (Mediadora) Arquivo Municipal de Lisboa O Futuro de Lisboa Será que a história de Lisboa nos pode ensinar algo sobre o seu futuro? Num primeiro momento, marcamos encontro na baixa de Lisboa para compreender o desenvolvimento da cidade e os desafios que ao longo dos tempos tem enfrentado, como o crescimento da população, o aparecimento dos meios de transporte, o excesso de poluição, o aumento do turismo e, claro, o terramoto de 1755. Vamos usar os documentos do Arquivo (mapas, fotografias) que nos mostram o passado de Lisboa, para compararmos com o presente da cidade que habitamos. No segundo momento, refletimos sobre a Lisboa do futuro que queremos ajudar a construir. O que está bem e queremos manter como está? E o que tem de mudar para habitarmos uma cidade mais acessível e amigável? Num exercício prático de cidadania e responsabilidade, a turma discute e experimenta o futuro de Lisboa. Filipa Ribeiro Ferreira, Vitória Pinheiro, Ana Brites (Mediadoras) Gabinete de Estudos Olisiponenses Aceitas o desafio? E se a história de Lisboa ainda tivesse muito para contar? Que mitos gostavas de desmontar? Que histórias queres descobrir? Que perguntas nunca viste respondidas? O Gabinete de Estudos Olisiponenses desafia-te a olhar para Lisboa com outros olhos. Queremos ouvir as tuas ideias, curiosidades e inquietações e, a partir delas, explorar a história da cidade, o seu património e os muitos temas que continuam por descobrir. Se gostas de investigar, questionar, descobrir e pensar de forma diferente, este desafio é para ti. Traz as tuas perguntas. Nós ajudamos a encontrar as respostas. E, quem sabe, a escrever novas páginas da história de Lisboa. Judite Reis e Vanda Souto (Mediadoras) Núcleo de Memórias e Património Imaterial #Recontamos Memórias Onde e como guardamos memórias? Como é que jovens artistas “olham” para testemunhos de “gente crescida” quando recordam e contam as suas histórias? Memórias pessoais que constroem a história dos bairros de Lisboa. Apresentamos duas propostas: Perceber como alunos de curso profissional de animação 2D/3D “resinificam” a memória através de ilustração de testemunhos orais registados em vídeo e Como é que estes vídeos podem ser explorados como instrumento pedagógico. Alexandra Aníbal (Coordenadora) Biblioteca Camões SPEAK-OUT | Clube de Debates para jovens estudantes Partindo de encontros e debates quinzenais ou mensais, com o foco na promoção de uma cidadania ativa, pretende-se criar um ambiente fértil para a pluralidade de pontos de vista e promover o espírito de tolerância às diferentes opiniões, usando como ponto de partida o acesso à informação e a leitura (orientada e/ou autónoma) e como meta a criação e partilha de pontos de vista pessoais, de modo a alcançar uma visão plural das temáticas escolhidas para debate. (PLM e PLNM). Pretende-se também promover a equidade e a igualdade de oportunidades, em parceria com a escola e em articulação com os pais ou encarregados de educação, disponibilizando respostas educativas, didáticas e lúdicas, através de mobilização de medidas de suporte à aprendizagem e à integração na comunidade em que se inserem, assim como a criação de um reforço à aprendizagem da língua portuguesa e o seu desenvolvimento enquanto língua de escolarização (PLNM). Paula Freire (Mediadora) Laboratório do Livro Infantil – Rede de Bibliotecas de Lisboa Muito para ler quando não há palavras – Descobrir o potencial dos livros sem palavras Em vários encontros com educadores, professores e bibliotecários tem sido partilhada uma preocupação recorrente: como ler livros sem palavras com as crianças? Como começar? Foi precisamente da compreensão desse desconforto — provocado pela ausência de texto — que nasce esta formação. Vamos desmistificar a dificuldade do livro-álbum sem texto, propondo abordagens de leitura e fornecendo estratégias para a sua exploração junto das crianças. Partilharemos recursos úteis para a mediação destes livros e destacaremos os seus múltiplos benefícios. Ao abrir um livro sem palavras surgem múltiplas possibilidades de leitura e interpretação, estimulando a imaginação, o diálogo e a construção de histórias. Juntos, vamos descobrir que, quando não há palavras, também há muito para ler. Mariana Abreu-Loureiro (Coordenadora) Hemeroteca Municipal Literacia Mediática na Sala de Aula: história, teoria e prática da informação jornalística Esta ação de formação disponibilizada pela Hemeroteca Municipal de Lisboa (HML) - em parceria com o Diário de Notícias (DN) e a Unidade de Literacia Mediática da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) - tem por objetivo promover a literacia mediática nas escolas. Serão disponibilizados recursos e propostas para, em contexto escolar, trabalhar a literacia do jornalismo e da informação jornalística, de forma a estimular o uso critico e criativo dos media como dimensão autónoma de educação para a cidadania. Álvaro Costa de Matos (Coordenador) Casa do Jardim da Estrela – Um Teatro em Cada Bairro Uma casa-jogo Noélia Fernandes, mediadora desde a primeira hora na reinventada Casa do Jardim da Estrela, está de saída deste projeto e partilha o que criou para uma casa no meio do jardim que tem como trave-mestra a sustentabilidade. Com Margarida Ferra, nova na equipa, falam ambas sobre os Jogos Estrelados, sobre visitas à Casa que foi construída a partir de um jogo e planos para o futuro com os jogos Fröbel, acabados de chegar. Noélia Fernandes (Mediadora) Vanessa Albino (Coordenadora) Centro de Interpretação de Monsanto Refúgios Climáticos e Conexão com a Natureza Os eventos climáticos extremos de 2026, tempestades e ondas de calor, trouxeram para a ordem do dia o conceito de Refúgio Climático, enquanto local onde as pessoas se podem resguardar dos elementos, em momentos de pico. Face à crescente artificialização dos espaços que habitamos, a sinalização de refúgios verdes, como parques e jardins, é também uma oportunidade de reconexão de crianças e jovens com a Natureza, contribuindo para o saudável desenvolvimento infantil e para a saúde mental em geral. Ana Pinheiro Costa (Mediadora) Biblioteca Maria Keil Caixa dos imprevistos E se fosses tu a decidir o que realmente vale a pena? Quando o dinheiro não chega para tudo, como escolhes? O que é realmente importante? E como podem as nossas decisões mudar o futuro? Nesta proposta, somos desafiados a criar estratégias para responder a situações inesperadas do quotidiano, assumindo o papel de quem tem de tomar decisões, negociar prioridades e gerir recursos em grupo. Entre escolhas, imprevistos e diferentes perspetivas, experimentamos cenários que nos levam a refletir sobre consumo, responsabilidade, sustentabilidade e a forma como pequenas decisões podem ter um grande impacto. Mais do que encontrar respostas certas, o desafio é discutir ideias, questionar hábitos e construir soluções em conjunto, e falar sobre valores, escolhas, autonomia e o futuro que queremos criar. Matilde Garrido e Inês Alves (Mediadoras) Avenidas - Um Teatro em Cada Bairro Conhecer para Incluir: Ação de Sensibilização sobre Cultura Cigana A formação "Conhecer para Incluir: Formação em Cultura Cigana da AMUCIP" destina-se a docentes e outros profissionais que trabalham com pessoas, famílias e comunidades ciganas, promovendo o desenvolvimento de competências culturais, relacionais e profissionais para uma intervenção mais inclusiva e culturalmente competente. Através do módulo "Nós e Eles", os participantes refletem sobre os principais pontos de convergência e divergência entre a cultura cigana portuguesa e a cultura maioritária, contribuindo para a desconstrução de estereótipos e o fortalecimento do diálogo intercultural. A formação inclui ainda a apresentação do Kit Pedagógico Romano Atmo, desenvolvido pela AMUCIP e validado pelo Ministério da Educação em 2017, enquanto recurso de apoio à promoção da inclusão, da interculturalidade e do conhecimento da cultura cigana em contexto educativo. Esta apresentação será realizada pela AMUCIP – Associação para o Desenvolvimento das Mulheres Ciganas Portuguesas. Otília Moreira (Coordenadora) e Sónia Brás (Mediadora) Quinta Alegre - Um Teatro em Cada Bairro De olhos bem abertos, mãos apetrechadas e imaginação à solta A Quinta Alegre| Um teatro em cada bairro, enquanto espaço de cultura de proximidade, oferece à comunidade educativa, ao longo de todo o ano letivo, várias propostas artísticas e culturais para o público escolar dos diferentes graus de ensino. Algumas destas propostas são pensadas e desenvolvidas pelas mediadoras da equipa partindo da relação como espaço, com a programação, mas também da escuta ativa dos diferentes públicos que frequentam a Quinta, assim nascem muitas dos nossos projetos. Madalena Galvão (Mediadora) Susana Duarte (Coordenadora) MUDE - Museu do Design E para si, para que servem as coisas? Fortalecendo o questionamento lançado pela curadoria da exposição “Para que servem as coisas?”, em 2024, esta iniciativa convida o público a assumir um papel mais ativo. O desafio expande as interrogações que já integram o jornal da exposição, tais como: Por que razão existem tantas “coisas” no acervo de um museu de design? Para viver, precisamos de ter tantas “coisas” connosco? Cada núcleo apresenta uma questão concreta e direcionada com o objetivo de cada visitante — de forma autónoma, individual ou em família — faça a sua própria reflexão através de uma abordagem lúdica e educativa. No final, é o momento de partilhar o seu contributo. Com a sua resposta, o conhecimento individual transforma-se numa experiência partilhada, enriquecendo a consciência coletiva sobre o propósito do design nas nossas vidas. Sugerimos, uma vez que o encontro se realiza no MUDE, que os professores possam realizar a própria iniciativa. Eunice Gordon (Mediadora)
Modelo
Questionário de avaliação da ação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Procedimentos de Inscrição nas Ações de Formação
A partir do final do ano letivo 2023/24, as inscrições nas ações de formação do Centro de Formação “Os Templários” (CFAE) efetuam-se diretamente nesta nova plataforma.
Para o efeito, os formandos deverão proceder do seguinte modo:
1) “Iniciar Sessão” (caso não estejam registados deverão aceder ao separador Criar Conta);
2) Aceder ao separador “Oferta Formativa”;
3) Na ação de formação pretendida, fazer click em “Inscrever-me”;
4) Para aceder a todas as informações da ação, fazer click na seta do canto inferior direito do separador da ação de formação;
5) Se pretender anular a inscrição, fazer click em “Anular Inscrição”.
Os formandos deverão ter em consideração os grupos destinatários das ações, bem como os Agrupamentos de Escolas a que se destinam as ações.
A inscrição só se tornará definitiva caso o número de inscrições não ultrapasse o número de vagas da ação. Se ultrapassar, aplicar-se-ão os critérios de seleção referidos, com o apoio dos Agrupamentos de Escolas associados. Os docentes selecionados para as ações de formação serão informados pela Diretora do CFAE, através de e-mail.
A aceitação de docentes de outros Agrupamentos para a frequência de ações de formação (quer sejam da área do CFAE, mas aos quais a ação não se destina, quer estejam localizados fora do território educativo do CFAE), far-se-á apenas nas situações em que haja vagas sobrantes, após colocação de todos os docentes às quais a ação de formação se destina.
Se, por algum motivo de força maior, um docente selecionado não puder comparecer à formação ou pretender desistir, deve informar por e-mail o CFAE. Este procedimento possibilitará selecionar outros docentes que tenham ficado em lista de espera. A desistência injustificada de uma ação de formação para a qual o docente tenha sido selecionado levará a que esse docente perca a prioridade de inscrição numa ação futura.
A Diretora do Centro de Formação “Os Templários”
Sara Bento Moucho


